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"Os Mongóis"

"Genghis Khan era um gênio militar. Dividiu seu exército em unidades de 1.000, 10.000 e 100.000 homens, sendo estes últimos comandados por grandes generais. Todas as unidades em conjunto operavam como uma máquina de guerra verdadeiramente infernal."


:::HISTÓRIA

    No ano de 1212 um gigantesco e poderoso exército com centenas de milhares de homens, atravessou a Grande Muralha, espalhou-se rapidamente e iniciou a formação de um dos maiores impérios que o mundo já conheceu. Esse exército era formado por nômades, descendentes dos antigos Hunos de Átila, que aterrorizou o império romano nos anos 300 e 400. E agora iniciando uma assustadora onda de conquistas, chegaria às portas de Viena (Áustria). O mundo conheceria, então, o poderoso e temível exército Mongol.

    No Ano de 1167, num estágio de total fragmentação social e política, nasceu Tamudjin (ou Temuchin), o futuro Genghis Khan. Aos 8 anos de idade Tamudjin perdeu o pai e herdou o chicote e o estandarte, que simbolizavam sua liderança. Mas seus guerreiros não aceitaram a liderança de um menino e passaram o comando a outro clã. Aos 15 anos, no entanto, Tamudjin com a ajuda de um antigo aliado de seu pai, deu início a um processo de unificação, submetendo todas as tribos à sua liderança e autoridade. Logo passou às conquistas: primeiro os Merkitas (1196), depois os Tártaros (1202), que mataram seu pai. Após muitas lutas internas que afirmaram sua autoridade, Tamudjin foi eleito “Genghis Khan” o “Rei Universal”.

    Em seguida Genghis Khan rumou para a China. A guerra foi muito difícil, pois precisavam vencer a muralha. Genghis Khan dividiu seu enorme exército em três grupos. Atacando em três pontos diferentes conseguiu romper as defesas chinesas. Ocupou toda a China e, finalmente em 1215, destruiu Pequim.

    Nos anos que se seguiram Genghis Khan voltou seus olhos e ambição para o oeste. Queria governar todas as terras do Pacífico ao Atlântico. Avançou e conquistou praticamente toda a Ásia, Oriente Médio, Pérsia e Palestina. Tinha como objetivo preparar o caminho para a grande invasão da Europa em 1238.

    Genghis Khan era um gênio militar. Dividiu seu exército em unidades de 1.000, 10.000 e 100.000 homens, sendo estes últimos comandados por grandes generais. Todas as unidades em conjunto operavam como uma máquina de guerra verdadeiramente infernal.

    Em 1227 Genghis Khan morreu e seu império foi dividido entre os quatro filhos. Dos quatro destacou-se Ogodai, que deu continuidade às conquistas de seu pai. Ogodai aterrorizou a Europa com selvageria, crueldade e principalmente com sua eficácia nas batalhas. Conquistou parte da Rússia e a Europa Central, mas morreu quando estava literalmente às portas de Viena. Com sua morte morreram também os projetos de conquista do ocidente. O império foi se desmembrando e seu último imperador em 1260 foi Kublai Khan, neto de Genghis.

:: NOSSA OPINIÃO

:: Mapa Adequado:

    Os Mongóis podem operar em qualquer mapa. Sua excelente marinha pode dominar o mar facilmente, encontrando somente nos Vikings um rival mais forte. Existem outras civilizações rápidas com marinha semelhante à do Mongol, como Persas, Chineses e Japoneses. Entretanto, como na maioria dos casos o Mongol consegue ser mais rápido no desenvolvimento, tem boas condições de fazer pipocar suas galeras antes dos inimigos. Ele até pode perder a corrida à Idade do Castelo em 1 minuto ou dois, mas com suas velozes e belamente bonificadas tropas de rush: Mangudai, Light Cavalry e Cavalry Archer podem facilmente compensar esse “atraso” atormentando os aldeões do oponente. O que na história real aconteceu em incontáveis ocasiões, contra os povos da Ásia e Europa.
    Em terra, novamente suas velozes tropas de Rush, sua infantaria totalmente atualizável, seus Camelos pesados e armas de cerco (exceto o Bombard Cannon) totalmente atualizáveis também, serão muito difíceis de conter. Estes caras são uma das tribos mais ferozes e equilibradas pra jogar em qualquer mapa, sendo uma ótima escolha para jogos onde o mapa é aleatório.

::: Ponto Forte:
   
Os Mongóis têm um início dos mais rápidos entre as Civilizações do AoK. Associando seu “fast start” com suas tropas de rush velocíssimas, nos dá uma certeza: O ponto forte do Mongol é o Rush. Mesmo se não conseguir ser o mais rápido na evolução, consegue facilmente compensar isso com suas unidades velozes, como já foi dito. Sua marinha completa também pode ser considerada como ponto forte.
    Como Yamato na idade do Bronze no RoR, os Mongóis são extremamente rápidos e fortes na Idade do Castelo. O Mangudai, o Arqueiro a Cavalo e a Cavalaria Ligeira (leve) têm excelentes bonificações para o Rush. A Cavalaria ligeira é uma das unidades mais desprezadas no AoK; só vi top players e alguns FOXes, é claro, usando extensivamente o Ligh Cavalry. O dos Mongóis é o melhor e deve ser usado em grande escala em conjunto com o Cavalry Archer e mais tarde o Mangudai, o qual está, na minha opinião, entre as melhores e mais eficientes unidades exclusivas do AoK. Apesar de seus tiros não condizerem com a história real, onde o Mangudai mostrou ter maior alcance e precisão que o famoso Arqueiro Inglês.

::: Ponto Fraco:
   
Os Mongóis são vulneráveis a arqueiros, torres, scorpions e skirmishers. Chineses, Japoneses e Bretões, por exemplo, podem facilmente se transformar na “pedra no sapato” deles.
Seu bônus econômico tem curta duração, só enquanto houver caça disponível. À medida que o jogo avança pela idade imperial, eles se tornam economicamente frágeis, pois não dispõem de algumas atualizações econômicas lá.

::: A Combinação Mortal:
    Mangudai + Cavalry Archer + Light Cavalry + Camels + Knights. É o grupo mais veloz e atormentador que existe, fazendo justiça à sua histórica fama. É realmente terrível sofrer um rush composto por seis de cada unidade dessas num grupo de 30. Se você não tiver uma boa defesa poderá ser aniquilado, ou na melhor das hipóteses, sofrer danos severos e conseqüentemente um atraso fatal. O jogador mongol pode atrasar em 3 ou 5 minutos seu próprio avanço à Imperial em prol de formar um exército deste tamanho. Pois até perdê-lo, poderia atrasar o inimigo em 10 minutos ou mais, o que seria decisivo. Na Idade Imperial a versão de Elite deste grupo continua sendo muito eficiente, dando uma valiosíssima cobertura e apoio as infantaria e artilharia, devido à sua velocidade e bônus contra armas de cerco.

::: Jogando como Mongóis:
   
Levando-se em consideração os pontos forte e fraco dos Mongóis, você tem um objetivo primário e imediato no jogo: O Rush. As chances de o Mongol vencer a partida é diretamente proporcional ao atraso que provocou no inimigo. Bom... mas qualquer civilização que conquistar essa vantagem poderia vencer o jogo. Claro que sim. Os Mongóis, porém têm vários bônus e “ferramentas” que lhes permitem executar esta tarefa com mais eficiência e rapidez.
    Você até pode vencer um oponente qualquer por meio de um rush bem feito, mas contra bons oponentes você vai precisar muito do “serviço pesado” de suas infantaria e artilharia totalmente atualizáveis ;-)
    Como os Mongóis ficam em inferioridade econômica na Idade Imperial, deve conquistar a maior vantagem possível na Idade do Castelo, onde seu poderio é incontestável.

::: Jogando Contra os Mongóis:
    Os Mongóis são muito susceptíveis a uma defesa combinada de arqueiros, skirmishers e pikemen. São também muito dependentes da caça para implementar o temido Rush. Então daqui se tiram as conclusões necessárias pra vencer o oponente mongol:

  • Faça uma forte defesa com muitas unidades de contenção.
  • Não desperdice recursos com mangonéis e cavalaria, o grupo de combate mongol é muito veloz e foge facilmente, enquanto os camelos liquidam sua cavalaria e os Mangudais seus mangonéis.
  • Apenas alguns knights serão necessários se ele vier com mangonéis também.
  • Localize e mate o maior número de gazelas possível, tirando a vantagem econômica deles.
  • E principalmente, sobreviva ao Rush! Leve o jogo para a Imperial, pois lá ele começará a perder força econômica, embora sua força militar fique ainda maior.
::: Jogando em Equipe:
   
Mongol vai bem com qualquer aliado. Mas existe um aliança particularmente estratégica para ambos: Mongol e Bretões. Os Arqueiro a Cavalo mongol seria terrível com o bônus de equipe bretão. E o Bretão se beneficiaria também com o bônus do Scout e Light Cavalry na localização de ovelhas.
    Independente do aliado, tudo que o mongol deve fazer é manter seus inimigos constantemente ocupados com seus velozes rushes. Enquanto isso seu(s) aliado(s), devem fazer Imperial rápida e forte com certa tranqüilidade. Neste aspecto, o Bizantino seria o mais indicado como aliado a fazer a imperial rapidamente. O Bizantino deve fazer algumas torres na defesa do Mongol.

::: ATRIBUTOS
:::: Unidade exclusiva: Mangudai.
:::: Criada em: Castelo
:::: Forte contra: Guerreiros com espada, Monges, Cavaleiros Teutônicos , Elefantes de Guerra.
:::: Fraco contra: Arqueiros, Escaramuçadores, Cavalaria Leve.
:::: Bônus de equipe: Cavalaria de reconhecimento e Cavalaria Leve +2 campo de visão
- Arqueiro da Cavalaria disparam 20% mais rápido
- Cavalaria Leve +30% de pontos de vida
- Caçadores trabalham 50% mais rápido

::: CURIOSIDADES

Cavalaria

    É uma das subdivisões básicas de um Exército – junto com a Artilharia e Infantaria. É a arma de maior mobilidade utilizada para missões de reconhecimento do inimigo, para a exploração de oportunidades na ofensiva e de defesa dos flancos dos exércitos. Essas funções básicas da cavalaria permanecem as mesmas desde a Antiguidade até hoje. O que muda é o instrumento – os cavalos foram substituídos por tanques e carros blindados, e até helicópteros.

    Exércitos egípcios, assírios e persas já utilizavam a cavalaria, mas com o papel limitado de guardar o flanco dos exércitos nas batalhas campais, decididas principalmente pelo choque de infantes armados com lanças e espadas.

    No início da era cristã inovações importantes, como a sela e o estribo, surgem na Ásia e são levadas para a Europa. Com isso o soldado ganha mais firmeza sobre o cavalo e pode projetar a lança com maior impacto. Nessa época, a cavalaria pesada reúne soldados armados com lança e com alguma forma de armadura, e a cavalaria leve ou ligeira inclui tropas armadas com arco e flecha.

    Os mongóis, comandados por Gengis Khan (1167-1227), dominam quase toda a Ásia apenas com exércitos de cavalaria. Na Europa medieval o cavaleiro é pesadamente encouraçado. A cavalaria é a arma de choque das Cruzadas e tem forte impacto contra tropas árabes com menos armadura. O desenvolvimento de armas de fogo e de arcos de maior potência reduz progressivamente a importância da cavalaria medieval.


Outras Curiosidades

· É curioso observar o fato de que, alguns anos mais tarde, os Turcos do Império de Tamerlão também usaram arqueiros montados ao estilo Mongol, ou seja, pouca armadura e muitas flechas. Também possuíam um arco poderoso de formas assimétricas. Os arcos turco e mongol receberam uma denominação única: Arco Turco-Mongol. Um exército turco-mongol, que reunia as melhores técnicas de cada povo, finalmente derrotou os Mamelucos Egípcios no início do século XV.

· Os arqueiros montados japoneses também assimilaram a técnica do Mangudai. Hoje Mongóis e Japoneses preservam essa tradição de tiro a galope, realizando competições anuais.

· É possível que uma tribo mongol desgarrada tenha subido o Himalaia e, unindo-se às tribos da região, tenham ajudado a povoar o Tibet. Isso explicaria porque os tibetanos, durante um certo tempo em sua história, eram guerreiros tão ferozes e sanguinários, contrastando radicalmente com o caráter pacífico e religioso do tibetano moderno. Um monge tibetano, o primeiro Dalai-Lama, conseguiu mudar a sociedade de agressivo-militarista para teocrático-pacifista.

. Os Mongóis conquistaram quase todos os povos da Ásia e da Europa. Mas sofreram uma única e amarga derrota. Em 1260 numa sangrenta batalha os Mongóis foram derrotados pelos Egípcios e Árabes (Sarracenos). Como o exército mongol era formado basicamente de cavalaria, não era páreo para o variado e mais moderno exército sarraceno, que por sua vez era formado por cavalaria, infantaria e artilharia. Não bastasse isso, os Mangudais encontraram na Cavalaria Ligeira (Light Cavalry) Árabe um igualmente ágil, destemido e bravo oponente. A Cavalaria Ligeira era apoiada por infantaria, artilharia e um grande número de Mamelucos Egípcios, coisa que os Mongóis não davam muita importância, pois confiavam demais na velocidade e eficiência de sua cavalaria. Logo, venceu o exército mais completo, ainda que menor. Após essa derrota os Mongóis desistiram de avançar sobre a península Árabe e o Egito e concentraram-se em outras regiões da Ásia.

. Outro império que os Mongóis não conquistaram (ou evitaram) foi o Bizantino. Os Bizantinos eram naqueles tempos, após a queda da China, os mais avançados do planeta. Constantinopla era uma fortaleza inexpugnável para os Mongóis. As forças armadas bizantinas eram ainda mais modernas e poderosas que as sarracenas.

. Mas... E se Ogodai não tivesse morrido? E se Ogodai concretizasse a conquista da Europa, teria deixado intocada uma ilha de riqueza e prosperidade no ponto mais estratégico do seu vasto império? ...

. Os Mongóis eram um povo muito primitivo, se comparado aos seus gloriosos vizinhos do sul: os Chineses. Eles desprezavam qualquer tipo de trabalho que não fossem a caça, a captura de cavalos selvagens e a guerra. Sua maior riqueza era o número de ovelhas, camelos e cavalos que possuíam, além do produto dos saques realizados. Seus acampamentos eram precários e desprovidos de qualquer infra-estrutura. Era realmente um povo bárbaro. Não conheciam a escrita, a agricultura e a vida urbana até o momento em que invadiram a China – uma grande potência da época.

. Viviam em grupos muito unidos chamados de Ordu; o nosso equivalente a tribo ou clã. O chefe de um Ordu era escolhido por seus méritos exclusivamente militares, mas o “berço” às vezes tinha lá sua influência. Mais tarde os europeus, ao traduzirem a palavra Ordu, deram origem à palavra Horda, que bem caracterizava as incursões da cavalaria Mongol. Os meninos a partir dos 14 anos eram iniciados nas artes da guerra, num rigoroso treinamento diário; principalmente no manejo do arco e das rédeas simultaneamente.

. O Cavaleiro Mongol seja o Arqueiro ou o Guerreiro, eram notáveis. Possuíam uma mobilidade tão grande, que para seu adversário (vítimas) pareciam estar em vários lugares ao mesmo tempo. Seus melhores arqueiros montados, que faziam parte da guarda imperial, eram os Mangudais. Guerreiros fantásticos, que mostraram ao mundo a inédita habilidade de cavalgar e disparar flechas ao mesmo tempo, usando um estranho arco de formas ligeiramente assimétricas. O arco mongol, feito com chifres de antílope, era o arco de maior alcance já produzido pelo homem. Mais até que o não menos famoso arco bretão. A vantagem do arco mongol era ser menor, mais leve e mais potente que o bretão. Como os Mangudais não usavam muita armadura, podiam carregar um número maior de flechas: algo entre 50 e 100; um verdadeiro absurdo para a época. As flechas podiam alcançar a distância de 300 metros (100 a mais que as bretãs). Um experimentado Mangudai abatia um guerreiro inimigo a 150 metros (50 a mais que o Longbowman), com um tiro a pleno galope! Um feito inimaginável para qualquer outro arqueiro no mundo.

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