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"Os Britons"

"Como os Bretões não possuem armas de fogo, então sua principal arma é o LongBowmen. Nem é preciso dizer que, por serem bastante frágeis, deve-se protege-los a todo custo."

 :: HISTÓRIA

    Durante muito tempo de sua história, as terras que um dia seriam chamadas de Reino Unido estiveram sob constante batalhas. Os Romanos foram os primeiros a conquistar as ilhas inglesas e tê-las sob controle por vários séculos.
    Por volta do ano de 400 os Romanos deixaram as ilhas britânicas, deixando-as a deriva, sendo então invadidas por forças estrangeiras diversas vezes.
    Os primeiros foram os Celtas, que vieram da Irlanda. Os Anglos e os Saxões, invasores vindos da Germânia chegaram logo após, e "engoliram" grande parte das ilhas rapidamente. Por volta do ano 600, quase todas as ilhas da Bretanha já estavam sob o domínio dos Anglos e Saxões. Embora os Celtas não tivessem sido expulsos completamente, seus domínios se reduziam a pequenas áreas.
    Os Anglos e os Saxões fizeram uma última investida no território britânico tomando por completo o domínio das ilhas. O povo da Bretanha passou a ser chamado daí por diante de anglo-saxões.
Em 865, a Inglaterra estava sob uma nova onda de invasores. Os Vikings foram para a Bretanha após obterem conquistas na Germânia e Normandia (França), dominando as ilhas em dez curtos anos.
    Nos 200 anos seguintes, os Vikings mantiveram uma forte linha de comando, mas um comandante vindo de Wessex tirou os Vikings do poder. Contudo a paz não imperaria, pois com a saída dos Vikings, o trono inglês foi disputado por três partes. O filho de Earl de Wessex, o rei norueguês e o Duque Willian da Normandia. Willian sagrou-se vencedor e intitulou-se Willian o Conquistador.
    Durante a Idade Média, o maior adversário dos ingleses foi a França. Em 1337 a Guerra do Cem Anos contra os franceses surgiu quando o trono inglês reclamou a coroa francesa. Durante a guerra, o arqueiro inglês fez seu fantástico debute, obtendo várias vitórias frente os franceses. A guerra acabaria em 1453 quando a França, inspirada por Joana D’arc capturou Bordeaux, mandando os Ingleses de volta para suas ilhas.



::NOSSA OPINIÃO

:::Mapa Adequado:
    Definitivamente os Bretões não são uma civilização apropriada para os mapas do tipo ilha. Se o mapa do jogo for definido como Islands, Archipelago, Migration ou Team Islands, faça a você mesmo um grande favor: “escolha outra civilização”. Eles não têm Cannon Galleon. A ausência desta nave por si só não seria tão ruim. O problema se agrava porque como os Bretões também não têm Paladinos nem Armas de Cerco pesado, portanto não poderão fazer um desembarque efetivo. Sem o Cannon Galleon eles também não podem preparar o terreno para desembarcar.
    Os mapas aquáticos ideais para Bretões são: Baltic, Crater Lake e Mediterranean, pois desembarcar não é uma necessidade. Aqui os combates mais significativos ocorrem em terra, onde o Longbowman comanda o “Baile”. Em Baltic e Mediterranean existe um número muito maior de ovelhas, logo jogar com Bretões é uma excelente escolha. É sempre bom lembrar que dominar o mar é fundamental, mas ter o domínio da terra é mais importante ainda. É da terra que se colhe recursos. É na terra onde se encontram as relíquias. É na terra onde se pode construir o monumento.
    Mapas terrestres do tipo Arábia, Gold Rush e Highland, também são ótimos para os Bretões, não pelas ovelhas, mas pelas características de combate. Por exemplo: Em highlands, um grupo grande de Longbowmen posicionado sobre uma colina irá liquidar qualquer inimigo que passe nas proximidades – vai ser uma pedra no sapato do adversário.


:::Ponto Forte:
    A vantagem dos pastores de ovelhas, se bem explorada, pode levar a um Fast Castle Age. Na idade dos Castelos, construir múltiplos centros de cidade pode levar os Bretões a um Boom de aldeões fantástico e decisivo. Estes dois aspectos devem ser explorados ao máximo.


:::Ponto Fraco:
    Cavalaria, armas de cerco e armas de fogo são a grande fraqueza dos bretões. Com duplo entido. Tanto na defesa quanto no ataque. Leve isso em consideração quando o inimigo escolher Teutões, Sarracenos, Francos ou Celtas. Você pode ficar em apuros.


:::A Combinação Mortal:
   
A Combinação mortal dos Bretões é: Longbowmen + Champions + Cavaliers + Trebuchets. Se estiverem totalmente atualizados, será muito difícil vencer um grupo como este (mas muito difícil     mesmo). Os Cavaliers, não devem ser desprezados, pois obtêm todas as atualizações no Blacksmith; por sinal as mesmas que beneficiam o Champion. Lógico que juntar a esse grupo alguns monges, pikemen e skirmishers só poderia piorar as coisas; pro inimigo, é claro!


:::Jogando com Bretão:
   
No início, procure ovelhas, ovelhas, ovelhas e... mais ovelhas. Localizar acima de 10 ovelhas nos primeiros 5 minutos, significa um bom começo. Se localizar mais de 14 ovelhas... bem... você tem tudo pra fazer um belo Castle Rush, com pelo menos 2 minutos à frente de qualquer adversário. E, talvez, liquidar o jogo ali mesmo.
    Como os Bretões não possuem armas de fogo, então sua principal arma é o LongBowmen. Nem é preciso dizer que, por serem bastante frágeis, deve-se protege-los a todo custo. Um grupo de 30 ou mais LongBowmen é tão ruim para o inimigo, que vai se tornar o alvo número 1 de seus esforços militares. Com certeza vai chover pedradas de onager contra seus preciosos arqueiros. Neste caso coloque-os em formação “Staggered” (alternado) para minimizar os efeitos da artilharia inimiga e mande os Cavaliers pra cima dos onagers. Outra possibilidade é o inimigo mandar toda a cavalaria pesada. Bom... aí é só mandar os pikemen pra cima dos belos paladinos inimigos, enquanto os longbowmen dão cobertura e você vai ver um monte de capas de seda cobrindo cadáveres no chão.


:::Jogando Contra os Bretões:
    Nem pense em usar Cavaleiros Teutônicos, Arqueiros a cavalo ou Arqueiros a pé contra os bretões; o inimigo vai dar gargalhadas. A palavra de ordem aqui é Skirmishers e Elite Skirmishers. Atualize tudo que os beneficie. Faça-os em grande quantidade e antecipadamente.
    Para enfrentar a Combinação Mortal dos bretões, são necessários muitos Paladinos, Onagers, skirmisher e champions. Existem três unidades que apresentam uma certa ameaça ao LongBowmen; em ordem de capacidade: Huskarls, Samurais, Woad Raiders.


:::Jogando em Equipe:
    Regra número 1 de qualquer aliança: Complemento. Busque um aliado que compense as fraquezas explícitas dos Bretões e vice-versa. Aliados com forte cavalaria, ou armas de cerco pesadas, ou marinha poderosa (pra jogar em ilhas), são os melhores aliados para os Bretões.
    O LongBowman é a melhor unidade pra se usar em conjunto com as unidades aliadas. Uma combinação ainda mais mortal e quase invencível seria longbowmen + Paladinos + Bombard Cannon. Do que foi dito, concluímos que Francos e Persas são os melhores aliados para os Bretões. E são mesmo! Mas isto falando-se somente em termos militares! O bônus econômico também deve ser levado em conta. Por exemplo: Chineses e Bretões formam um belo par! O bônus estratégico como Bretões e Mongóis então... só imagine o efeito que teria na localização de ovelhas e na velocidade de tiro do arqueiro a cavalo Mongol.


::ATRIBUTOS

::: Unidade Exclusiva: Arqueiro com arco longo (longbowman)
::: Criada em: Castelo
::: Forte contra: Unidades de Quartéis Militares, arqueiros de cavalaria, monges, cavaleiros teutônicos, elefantes de guerra..
::: Fraco contra: Escaramuçadores, cavaleiros, manganelas, batedores camuflados (woad raiders), huskarls.
::: Bônus de equipe: Campos de arco e flecha 20% mais rápidos.
::: Bônus:
 :::: Centros da cidade custam -50%.
:::: Arqueiros a pé +1 alcance para a Idade dos Castelos, +1 para a Idade Imperial (para +2 no total)
:::: Pastores trabalham 25% mais rápidos.Os centros da cidade abrigam 10 unidades.
:::: Navios de demolição +50 pontos de vida.

::CURISOSIDADES

:::Batalha de Crécy

    A batalha de Crécy foi uma importante batalha entre os exércitos da Inglaterra e da França, ocorreu em 26 de agosto (sábado) de 1346, próxima a vila de Crécy-en-Ponthieu, norte da França, durante a Guerra dos Cem Anos. A batalha se deu após a segunda invasão da França por Edward III, rei da Inglaterra, e foi a primeira grande batalha da guerra. Edward estabeleceu uma posição na inclinação de uma montanha e arranjou suas forças e, três divisões, duas na linha de frente e uma na reserva. Cada divisão consistia de um centro de cavaleiros desmontados e infantaria, tendo em seus flancos duas ‘asas’ curvadas para frente compostas de arqueiros equipados com arcos longos (longbows). A força total inglesa constituía-se de 3900 cavaleiros, 11000 arqueiros e 5000 nas tropas de infantaria. O exército francês, liderado pelo rei Philip VI, era composto por pelo menos 12000 cavaleiros montados, 6000 besteiros (crosbowman) mercenários, 20000 milícias, um número de infantaria e uma divisão de cavalaria sobre o comando do rei John da Bohemia.
    Os franceses avançaram de uma maneira desorganizada, sendo seus besteiros incapazes de fazerem frente aos arqueiros com arcos longos ingleses. Mesmo os cavaleiros franceses não conseguiam penetrar na dupla linha de infantaria inglesa. A cada nova investida da cavalaria francesa ela ficava presa em suas próprias forças que já estavam em batalha, e expostas à pequena distância dos arqueiros comandados por Edward III. Os cavaleiros franceses fizeram um total de 16 investidas, mas por volta da meia-noite a batalha estava encerrada. As perdas inglesas eram mínimas, pelo menos 1500 cavaleiros franceses estavam mortos no campo de batalha.
    Na Batalha de Crécy os ingleses provaram, pela primeira vez na arte de guerra continental, que os arcos longos eram superiores às bestas, tanto em distância quanto na velocidade de disparo. A vitória também infringiu seriamente o antigo conceito feudal de arte de guerra por provar que uma combinação de arqueiros e infantaria desmontada poderia enfrentar as investidas de cavaleiros armados montados.

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